domingo, 31 de julho de 2011

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sábado, 23 de julho de 2011

A MORTE SEPARA-NOS FISICAMENTE, MAS NUNCA EM ESPÍRITO. ESTARÁS PARA SEMPRE NOS NOSSOS CORAÇÕES... PARTISTE DE FORMA INESPERADA DAS NOSSAS VIDAS, MAS NÃO PARTIRÁS DA NOSSA MEMÓRIA. DESCANSA EM PAZ ANTÓNIO!
MUITA, MUITA FORÇA À FAMÍLIA.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

as minhas férias de verão (LOL)

É cedo ainda aqui em Lisboa (que estupidez, é em todo o país...) porque como o meu pai foi trabalhar teve de deixar-me 2 horas antes do estágio que só começa às 11h. Pois, é sobre esse estágio que venho aqui falar.

Aqui há coisa de 2 semanas atrás, a minha mãe vem ter comigo a falar-me do quão inúteis e miseráveis são sempre as minhas férias em que não faço nada, e em que o início de cada dia parece mais a espera do dia seguinte que outra coisa. E é aí que o papel dela começa em querer procurar-me todo o tipo de ateliers construtivos em que me mantenha minimamente ocupada durante o dia, ou mesmo nem que fosse uma manhã ou uma tarde.
Durante esta conversa toda ela dá-me a conhecer um "estágio" (nem sei se podemos chamar-lhe assim, continuando) aqui no ISCTE, em Lisboa, que é um Instituto universitário da área das Ciências Sociais e afins. O estágio chamava-se "Ser sociólogo durante 15 dias" e ao princípio o nome não me pareceu muito convincente, confesso. Para me aliciar à inscrição, a minha mãe disse-me que podia convidar uma amiga que ficaria então comigo em casa do meu pai aqui em Lx, e que se inscreveria também no estágio. Ela não chegou a vir porque os pais não autorizaram, mas a minha mãe fez muita, muita, mas mesmo muita questão em que eu viesse, porque era uma preparação para o meu futuro, e porque podia "abrir" a minha cabeça a novas perspectivas para o ano que viesse, e assim preparar-me... bla bla bla. Ela no fundo só quer o meu bem, e eu percebo. 
E tá feito. Inscrevi-me, hoje é o terceiro dia e estou na biblioteca à espera da hora de encontro com a minha mini-turma.


PS: como nunca vivi em Lisboa, ainda me sinto um bocado insegura em andar de metro, autocarro ou comboio sozinha, tanto mais porque não sei os trajectos, e quando me sinto assim consigo transparecê-lo e por isso ficar um bocado vulnerável a qualquer gatuno que me queira assaltar ou coisa que o valha, mas isto não tem piada nenhuma.

PSS: hoje estou mesmo carente de imaginação, repararam no título mais cliché de sempre? Palmas para mim!

cenas

sexta-feira, 8 de julho de 2011